“Cultura do Príncipe a par e passo do desenvolvimento da Região Autónoma do Príncipe’’

Flascoter Hugo Este ano completa quarto anos que a Região Autónoma do Príncipe institucio-nalizou o mês de Agosto como o mês da cultura no Príncipe. As actividades alusivas ao mês da cultura no Príncipe, iniciou no dia pri-meiro com um espaço de reflexão sobre con-ceitos da cultura, aculturação, culturas hibridas e a origem da cultura do Príncipe; uma grande entrevista com o presidente do Governo Regio-nal, Tó Zé Cassandra sobre “Porquê o mês de Agosto como o mês da Cultura”; exposição de imagens da ilha do Príncipe; desfile de Auto de Floripes infantil; actuação de Bulawê Adega entre outras actividades. Segundo presidente Tó Zé Cassandra, a idéia de envolver e concentrar todas as manifesta-ções culturais no mês de Agosto, foi porque este é o mês que comporta o Auto de Floripes, considerado uma das manifestações culturais do Príncipe mais forte, é o mês que os estu-dantes e professores estão de férias e também o mês que morreu o grande cantor do Príncipe, Camilo Domingos. Este ano o programa das atividades alusivas ao mês da cultura no Príncipe trouxe como lema “Ao encontro das nossas raízes” visando lançar um olhar sobre as nossas raízes com objectivo de resgatar e manter as nossas manifestações culturais que estão a perder. “Agosto é o mês para refletirmos profundamen-te sobre a cultura do Príncipe, trazer e assegurar as manifestações culturais que estão a desaparecer e fazer o nosso melhor para ele-var a cultura do Príncipe e colocá-la a par e passo do desenvolvimento do Príncipe”, disse o presidente Tó Zé Cassandra. “Lentamente, mas está sendo feito trabalho no sentido de trazer e assegurar a nossa cultura. A primeira coisa que fizemos foi a reabilitação do Centro Cultural do Príncipe de forma a permitir a troca de conhecimento e de experiência entre os mais velhos e os mais novos, temos as ações que começou com lungu’ yé nas escolas como disciplina extracurricular, programas de lungu’ yé na Rádio Regional, estamos a tentar assegurar a nossa Deixa, o nosso Vindes Menino, Vigiamento, a nossa gastronomia , a nossa música e também queremos agregar o nos-so teatro, arte, vestimenta. Todavia, precisa-mos melhorar e fazer um trabalho profundo de investigação do nosso passado cultural, ouvir os nossos mais velhos, fazer um tra-balho de registro sério com eles e alocar mais meios ao sector da cultura”, sublinhou o presidente. Durante a entrevista, Tó Zé Cassandra aproveitou para fazer um apelo aos principenses, especialmente para os jovens a fim de abraçarem essa causa e participarem mais e ativamente, porque só assim conseguiremos elevar a nossa cultura para um patamar maior caminhando para um desenvolvimento equilibrado da ilha do Príncipe. ________________

Plácida Lopes

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